segunda-feira, 30 de maio de 2011

Conhecendo as frutas nativas da Amazônia

Vamos conhecer as frutas nativas, que antes eram desconhecidos para a maioria do povo brasileiro, que com o passar dos anos e com os interesses de grandes chefs de cozinhas; essas frutas caíram no gosto nacional. 
A diversidade, as frutas exóticas, a natureza abundante; porém ameaçada, são cenários que aguçam a curiosidade de muitos. Estamos redescobrindo o Brasil, o Brasil de aromas e sabores. A diversidade de espécies de frutas; frutos e aromas vem inspirando a alta cozinha e grandes festivais.
Algumas frutas nativas ainda são pouco utilizadas e até desconhecidas por quem mora na região e diante deste cenário já existem projetos; como  da Embrapa Roraima que visam valorizar e desenvolver tecnologias que viabilizem o uso sustentável. E assim passaremos a ter mais conhecimento do que  a Amazônia tem a nos oferecer naturalmente.
E para encerrar vamos conhecer algumas frutas nativas   a seguir:




terça-feira, 10 de maio de 2011

Dia do Cozinheiro


O ofício de cozinheiro não tem dados de seu surgimentos, existem relatos por volta de 3000a.C. na Mesopotâmia de grandes banquetes. Não costumamos incluir a arte culinária nas artes clássicas, e muito menos  o cozinheiro é visto como um artista, aquele que pega um alimento no seu estado original e lhe dá forma; textura; aroma e sabor. Cozinheiro é todo aquele que preparar refeições sejam para grandes ou pequenos restaurantes; escolas; para um grupo de amigos ou até mesmo no dia a dia em casa.
Em 09 de janeiro de 2002, foi aprovado pela Assembléia Legislativa o projeto de lei nº 37/2001, do deputado Geraldo Vinholi, que estabelece o dia 13 de maio como o Dia do Cozinheiro, uma profissão que nos últimos anos vem crescendo a olhos vistos.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Quem foi Vatel?



Fritz-Karl Watel  ou François Vatel era de Zurique, seu único objetivo era provar a Luís XIV; o rei sol, que era melhor que o mestre da cozinha real.

Vatel trabalhou para Foquet que foi preso por ordem do rei, acusado de conspiração. Vatel demonstra revolta, mas antes da ira se recair sobre ele, se exila na Inglaterra. Volta depois de dois anos e vai trabalhar com o extraordinário "Mestre dos prazeres e das festividades"  Louis II de Bourbon, o Grande Condé, no Château de Chantilly, onde Vatel batiza seu creme com o nome do lugar.